segunda-feira, 3 de junho de 2013

Efeito estufa trará perda de US$ 2 trilhões por ano a oceanos

Mares mais quentes levarão a uma maior acidificação e perda de oxigênio, atingindo pesca e recifes de coral, alerta o estudo
por Agência Estado

 Shutterstock
Os gases de efeito estufa estão a caminho de infligir custos de quase US$ 2 trilhões anuais em danos aos oceanos até o ano de 2100, afirma um estudo sueco publicado nesta quarta-feira (21/3). 

A estimativa, feita pelo Stockholm Environment Institute, é baseada na suposição de que as emissões de carbono que alteram o clima continuem na sua espiral ascendente, sem reduções. Mares mais quentes levarão a uma maio racidificação e perda de oxigênio, atingindo pesca e recifes de coral, alerta o estudo. 

A elevação dos mares e as tempestades irão aumentar o risco de inundações, especialmente em torno das costas da África e da Ásia, acrescenta o texto. Em um cenário conservador, a temperatura global da terra aumentará cerca de 4 graus Celsius no final do século, afirma o relatório “Valorização do Oceano”.

Noticia :

Efeito estufa aumentará turbulência em voos transatlânticos, diz estudo


Atualizado em  9 de abril, 2013 - 10:13 (Brasília) 13:13 GMT
Os voos transatlânticos devem ficar cada vez mais turbulentos se o aquecimento global levar às mudanças climáticas previstas por cientistas, afirma um novo estudo.
De acordo com a pesquisa da Universidade de Reading, publicada na revista especializadaNature Climate Change, aviões já vêm enfrentando ventos mais fortes e poderão sofrer ainda mais com turbulências.
De acordo com, Paul Williams, um dos autores da pesquisa, além de causar mais desconforto aos passageiros, o aumento da turbulência também traz consequências financeiras.
''Certamente é plausível que se voos começarem a ser desviados com mais regularidade para evitar a turbulência, a quantidade de combustível que precisará ser queimada irá aumentar'', afirma.
O cientista acredita também que à medida que as companhias aéreas aumentarem seus gastos com combustíveis, isso acabará levando a um aumento de preços de passagens.
Paul Williams e o colega Manoj Joshi, da Universidade de East Anglia, centraram sua pesquisa em voos que percorrem o Atlântico Norte. Um total de 600 voos diários, em média, cruzam o oceano entre as Américas e a Europa.
Os cientistas utilizaram um supercomputador para simular as prováveis mudanças nas correntes de ar acima de dez quilômetros de altitude, como as chamadas correntes de jato.
Williams e Joshi compararam dados do que era essencialmente um clima inalterado ''pré-industrial'' com os de um clima com o dobro da quantidade de dióxido de carbono - comparável ao clima previsto para 2050, seguindo as tendências atuais de aquecimento global.

Elevações


Área do Atlântico Norte afetada por turbulência poderá aumentar
O modelo traçado pelos dois especialistas sugere que a força média de turbulência transatlântica poderia sofrer uma elevação de 10% a 40% e que a região do espaço aéreo mais provável a conter essa turbulência teria o dobro de tamanho.
''A probabilidade de turbulência moderada a grande aumenta em 10,8%''. 'Turbulência moderada a grande' é uma definição específica da aviação. É a turbulência forte o suficiente para balançar a aeronave com uma aceleração de cinco metros por segundo quadrado. Com isso, os sinais para colocar o cinto de segurança estariam acesos, seria difícil andar pelo avião, bebidas seriam derrubadas, você se sentiria pressionado contra o cinto de segurança'', afirma Williams.
A pesquisa se diz a primeira a estudar o futuro da turbulência aérea levando em conta as atuais projeções de aquecimento global.
Atualmente, os custos da turbulência aérea em termos de ferimentos, danos a aviões e inquéritos pós-acidentes chegam a US$ 150 milhões por ano (cerca de R$ 300 milhões).
É muito difícil detectar a turbulência do ar quando o tempo está estável por meio de sensores remotos.
Por isso, atualmente, os pilotos se baseiam em relatos feitos por outros pilotos de aviões que já fizeram a viagem através do Atlântico no início do dia, a fim de poder antecipar as condições de voo que encontrarão.

Fonte ( http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130409_turbulencia_voos_bg.shtml ) 

Aquecimento global e as consequências do efeito estufa



O efeito estufa




Fonte ( http://www.youtube.com/watch?v=soicSlswjOk )

Entendendo o efeito estufa





Efeito Estufa

O efeito estufa tem colaborado com o  aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa.

Como é gerado 
O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.
Um outro fator que está gerando o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. A queima do óleo diesel e da gasolina nos grandes centros urbanos tem colaborado para o efeito estufa. O dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera formando uma camada que bloqueia a dissipação do calor. Outros gases que contribuem para este processo são:  gás metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio. Esta camada de poluentes, tão visível nas grandes cidades, funciona como um isolante térmico do planeta Terra. O calor fica retido nas camadas mais baixas da atmosfera trazendo graves problemas ao planeta.
Problemas futuros 
Pesquisadores do meio ambiente já estão prevendo os problemas futuros que poderão atingir nosso planeta caso esta situação persista. Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.
Soluções e medidas tomadas contra o efeito estufa 
Preocupados com estes problemas, organismos internacionais, ONGs (Organizações Não Governamentais) e governos de diversos países já estão tomando medidas para reduzir a poluição ambiental e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, prevê a redução de gases poluentes para os próximos anos. Porém, países como os Estados Unidos tem dificultado o avanço destes acordos. Os EUA alegam que a redução da emissão de gases poluentes poderia dificultar o avanço das indústrias no país. 
Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.

sábado, 1 de junho de 2013

Noticia : Buraco da camada de ozônio está menor que no ano passado, diz ONU.

O buraco na camada de ozônio, o escudo protetor da Terra contra os raios ultravioleta, deve ficar menor este ano sobre a Antártica do que no ano passado, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira (14). Para os pesquisadores, isso mostra como a proibição a substâncias prejudiciais interrompeu a destruição dessa camada.
O buraco, entretanto, provavelmente está maior do que em 2010 e uma recuperação completa ainda está longe de ocorrer.
A assinatura do Protocolo de Montreal há 25 anos deu início à retirada aos poucos dos clorofluorocarbonos (CFCs) do mercado. Estudos comprovaram que essas substâncias químicas destroem a camada de ozônio.
A iniciativa ajudou a evitar milhões de casos de câncer de pele e de cataratas, assim como os efeitos nocivos sobre o ambiente, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática da ONU.
Ilustração com base em observações de satélites da Nasa permite identificar área do buraco na camada de ozônio, acima da Antártida. (Foto: Nasa)
Ilustração com base em observações de satélites da Nasa permite identificar área do buraco na camada de ozônio, acima da Antártica. (Foto: Nasa)
"As condições de temperatura e a extensão das nuvens estratosféricas polares até agora este ano indicam que o grau de perda de ozônio será menor do que em 2011, mas provavelmente algo maior do que em 2010", disse em um comunicado a OMM.
O buraco da camada de ozônio na Antártica, que atualmente mede 19 milhões de quilômetros quadrados, provavelmente estará menor este ano do que no ano recorde de 2006, informou a organização. A ocorrência anual em geral atinge sua área de superfície máxima durante o fim de setembro e sua profundidade máxima no começo de outubro.
Mesmo depois da proibição, os CFCs, que já foram usados em geladeiras e latinhas de spray, duram bastante na atmosfera e levará várias décadas para que as concentrações voltem aos níveis pré-1980, informou a OMM.

Fonte : http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/09/buraco-da-camada-de-ozonio-esta-menor-que-no-ano-passado-diz-onu.html

A destruição da camada de ozônio , efeitos.



Fonte  : http://www.youtube.com/watch?v=4unYgdplYco
http://www.youtube.com/watch?v=zzIkEq9bgdA

Explicação em vídeo : Buraco na camada de ozônio






Fonte : http://www.youtube.com/watch?v=Ck_mRXHdUw4

Fotos sobre o Tema A Camada De Ozônio



O que está acontecendo com a camada de ozônio?

O que está acontecendo com a camada de ozônio?

Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.

Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

Como os CFCs destroem a camada de ozônio?

Depois de liberados no ar, os CFCs (usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos) levam cerca de oito anos para chegar à estratosfera onde, atingidos pela radiação ultravioleta, se desintegram e liberam cloro. Por sua vez, o cloro reage com o ozônio que, conseqüentemente, é transformado em oxigênio (O2). O problema é que o oxigênio não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. Uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio.

Tema de hoje : Camada de Ozonio

A camada de ozônio é uma espécie de capa composta por gás ozônio (O3), sendo responsável por filtrar cerca de 95% dos raios ultravioleta B (UVB) emitidos pelo Sol que atingem a Terra. Essa camada é de extrema importância para a manutenção da vida terrestre, pois caso ela não existisse, as plantas teriam sua capacidade de fotossíntese reduzida e os casos de câncer de pele, catarata e alergias aumentariam, além de afetar o sistema imunológico.
A degradação da camada de ozônio é um dos grandes problemas da atualidade. Esse fenômeno é conhecido como "buraco na camada de ozônio", no entanto, não ocorre a formação de buracos e sim a rarefação dessa camada, que fica mais fina, permitindo que uma maior quantidade de raios ultravioleta atinja a Terra.
Em determinadas épocas do ano ocorrem reações químicas na atmosfera, tornando a camada de ozônio mais fina, mas logo ela volta a sua forma original. Contudo, as atividades humanas têm agravado esse processo, principalmente através das emissões de substâncias químicas halogenadas artificiais, com destaque para os clorofluorcarbonos (CFCs).
Essas substâncias reagem com as moléculas de ozônio estratosférico e contribuem para o seu esgotamento. Em 1987, visando evitar esse desastre, 47 países assinaram um documento chamado Protocolo de Montreal, que passou a vigorar em 1989. Esse Protocolo tem por objetivo reduzir a emissão de substâncias nocivas à camada de ozônio.
O resultado tem surtido alguns efeitos positivos, visto que vários países pararam de fabricar o gás clorofluorcarbono (CFC), havendo uma queda de aproximadamente 80% no consumo mundial de CFC. No entanto, essa medida não é suficiente para proteger a camada de ozônio.

Curiosidade: o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio é comemorado em 16 de sete.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Experiência De Física Térmica



Prestem atenção no processo

Os Recursos Energéticos e o Seu Impacto Ambiental



O que fazemos com o meio ambiente e seus meios ? 

Embora a população mundial esteja prestes a atingir a marca de  7 bilhões de pessoas, e continue, segundo pesquisas,  a crescer nos próximos anos num ritmo mais lento, é incontestável que tal explosão demográfica exigirá dos governos mundiais, dentre outras coisas, a busca constante por grandes fontes de energia. Isso porque quanto maior for o aumento populacional, maior será a demanda por energias capazes de satisfazer a necessidade humana.
Acontece que os recursos naturais que servem para produzir energia não estão distribuídos de forma igualitária no mundo. À guisa de exemplo, no Brasil, país  rico em energias renováveis,  mais de 75% da eletricidade produzia são provenientes de usinas hidrelétricas, tal a quantidade de rios e cachoeiras abundantes em seu território. Já os países superpovoados como a Índia, não tão ricos em energias renováveis, precisam sempre buscar novas fontes de energia, e que sejam economicamente viáveis.
Acontece que a exploração dos  recursos energéticos geralmente provoca grandes impactos ambientais associados a sua construção e operação. No caso da usina hidrelétrica, por exemplo, para que ela funcione é indispensável um reservatório, e sua construção sempre afeta a fauna e a flora da região, pois tudo acaba se transformando num imenso lago.

Concluímos, analisando essa questão na sua complexidade, que por mais que a busca por fontes de energia seja necessária para satisfazer a necessidade humana,  nada justifica o descaso no tratamento dos recursos naturais, pois estes podem acabar algum dia se não forem devidamente preservados.


Fonte ( http://murall.com.br/os-recursos-energeticos-e-o-seu-impacto-ambiental/)


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Fotos da noite


A tão falada Física Térmica

O nosso titulo do blogger faz levar a diversos temas , que vamos falando diariamente .
Vou falar agora sobre a Física Térmica .  

“A Física Térmica trata do estudo do calor, que é uma forma de energia, bem como de sua transferência, e também da relação dada pela Termodinâmica entre o calor e o trabalho realizado. O Calor tem papel fundamental para o ser humano. Ele necessita ter seu corpo mantido em temperaturas próximas a 360C, assim necessita de ambientes que sejam refrigerados, com o uso de ar-condicionado, ou aquecidos, com o uso de aquecedores ambientais. É importante para sua alimentação, visto que alguns alimentos devem ser refrigerados, para se manterem frescos, ou cozidos para que possam ser ingeridos. Esse mesmo calor é importante para que diversas máquinas estejam a seu dispor, como por exemplo, refrigerador, freezer, ar-condicionado, aquecedores, caldeiras, Termógrafo, Aquecedor Solar, Garrafa Térmica, entre outros.No estudo da Física Térmica é importante que se conheça os processos de transformação de calor, bem como a relação existente entre o calor e o trabalho realizado, estudado através da Termodinâmica que está fundamentada nas Leis da Termodinâmica.”


Resumindo :

Vamos imaginar se chegássemos em casa e tivesse acabado a energia pra sempre ? O que iriamos fazer , como agente reagiria a esta situação . É logico que para nos isso é impossível . Mas sabiam que a energia pode acabar um dia ? E pode estar perto ? 

Devemos nos preocupar sim . Nós somos dependentes da energia elétrica e isso causa muitos impactos no ambiente , imagine se todas essas pessoas jovens da escola que falam tanto que quando fizerem 18 anos forem comprar um carro , imagine se todos esses jovens que falam isso conseguirem mesmo comprar o carro , o que vai acontecer ? Ja não estamos poluídos o suficiente ? 
Varias perguntas para um simples tema .. 

 

Começando o blogger

Vamos começar explicando o nosso titulo , a 'necessidade energéticas e o impacto ambiental'.

1. Necessidades energéticas dos seres vivos
Os seres vivos necessitam de energia para gerar os alimentos necessários à conservação da vida e para a sua propagação. Dependendo de sua natureza, os seres vivos utilizam a energia basicamente para:
1. ação do corpo organizado
2. execução de seus exercícios, atividades e funções.
Os seres vivos se constituem através de moléculas orgânicas. O tamanho da molécula está relacionada à quantidade de energia necessária para a sintetização e armazenamento, ou seja, conforme maior for a molécula, maior será a quantidade de energia necessária para as suas atividades.
A vida é possível devido à energia solar e aos componentes básicos encontrados na biosfera, ou seja, pela fotossíntese que é a transformação de energia luminosa em energia química. 
Vejamos como o fluxo da corrente elétrica se espalha numa só direção e a matéria percorre como um ciclo.
Produtividade primaria bruta (PPB)
É a quantidade de composições orgânicas, geradas em unidade de área e tempo pelos seres fotossintéticos.
Produtividade primaria liquida (PPL)
É obtida subtraindo a produtividade primária bruta pela quantidade de energia absorvida pelo vegetal durante a respiração. 
Veja o gráfico da produtividade primaria.
verde: quantidade de alimentos fabricados pelo ser na fotossíntese (PPB).
Vermelho: quantidade de alimento consumido pelo ser na sua respiração (R).
Amarelo: quantidade de alimento armazenado. 
Produtividade secundaria bruta (PSB)
É a quantidade de energia adquirida pelos consumidores primários ao se alimentarem dos produtores.
Produtividade secundaria líquida (PSL)
É a subtração da produtividade secundaria bruta pela energia gasta durante a respiração dos consumidores primários.
Produtividade terciária bruta (PTB)
E a fonte de energia adquirida pelos carnívoros ao comerem os herbívoros.
Produtividade terciária liquida (PTL)
É a subtração da produtividade terciária bruta pela energia gasta durante a respiração dos carnívoros.
Características do fluxo energético 
1. A energia destinada aos seres vivos é proveniente do sol.
2. O maior número de energia encontra-se nos produtores.
3. O nível energético dos seres vivos enfraquece conforme os produtores vão se distanciando.
4. A energia emitida pelos seres vivos não pode ser reutilizada.
5. O fluxo de energia se propaga para um único sentido.